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Araraquara, São Paulo, Brazil
Graduado em Fisioterapia com Pós Graduação pela Universidade da Cidade de São Paulo em Fisioterapia Traumato Ortopédica e Desportiva \o/\o/ESPECIALIZAÇÃO EM SGA E REEDUCAÇÃO POSTURAL GLOBAL (RPG)***ESPECIALIZAÇÃO EM QUIROPRAXIA*** Coordenador do Grupo de Estudos em Postura de Araraquara- GEP***Membro da ACA- American Chiropractic Association***Membro da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Podoposturologia.***Membro da ABRAP Associação Brasileira de Pilates. Ministra Cursos em Diferentes Institutos de Formação em Saúde do Brasil ***Formação em SGA (SOUCHARD), RPG/RSM, PILATES, KINESIO TAPE,TREINAMENTO E REABILITAÇÃO FUNCIONAL, HIDROTERAPIA ,HIDROPILATES, REABILITAÇÃO VIRTUAL, QUIROPRAXIA, OSTEOPATIA, DRY NEEDLING, MOBILIZAÇÃO NEURAL. CONSULTAS PELO TELEFONE 16 3472-2592

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

OSTEOARTROSE DO QUADRIL: SAIBA COMO TRATAR

OSTEOARTROSE DO QUADRIL: SAIBA COMO TRATAR Por Dr. Thiago Fukuda em 25 de abril de 2014 em Artigos | 510 Views | Leave a response Sentir dor no quadril não é normal e pode significar outros problemas, como um desgaste permanente na cartilagem. Nesses casos, quando a dor está associada à perda da cartilagem pode ser um sinal de osteoartrose – uma doença articular degenerativa que provoca muita dor e incapacidade dos movimentos. Esse problema pode acometer qualquer articulação, no entanto, quando atinge o quadril ou os joelhos os prejuízos são maiores. A pessoa pode ter dificuldade de locomoção e prática de atividade física limitada. A osteoartrose pode ser consequência de outras doenças, como defeitos congênitos do quadril, necrose avascular da cabeça femoral, doenças inflamatórias, doenças do quadril na infância, como sequelas de fraturas do quadril e secundária ao Impacto femoroacetabular. Os sintomas podem ser um desconforto na região do glúteo ou coxa durante atividade física e tendem a ser progressivos e evoluir. Como tratar? Antes de iniciar qualquer tratamento, é importante fazer o diagnóstico da doença. Ele é feito por meio de um exame físico e baseado na história clínica do paciente. O tratamento pode ser cirúrgico ou não cirúrgico. Dependendo do caso, o paciente pode fazer fisioterapia para amenizar a dor e recuperar os movimentos. O objetivo desse tratamento é minimizar a progressão das lesões, prevenir limitações e deformidades articulares, melhorar a qualidade de vida do paciente. O paciente consegue recuperar a força muscular e os movimentos por meio dos programas terapêuticos. Além disso, ele deve fazer exercícios direcionados para o condicionamento físico que têm como efeito a melhora na força, resistência e flexibilidade. Já o tratamento cirúrgico é indicado para os casos mais avançados da doença, sendo mais comum realizada a artroplastia total do quadril.

Tendinopatia (tendinite) de quadril

Tendinites/Tendinopatias Tendinopatia (tendinite) de quadril O que é? No quadril, os tendões dos músculos glúteos (máximo, médio e mínimo) são os mais acometidos por tendinopatias. A dor se localiza na região lateral do quadril (sobre o trocanter do fêmur) podendo irradiar pela face lateral da perna. O tendão do músculo ílio-psoas e dos músculos adutores também são regiões comumente acometidas por processo inflamatório e/ou degenerativo. FOTO Causa O aumento da carga de exercício de forma abrupta e o excesso de impacto do tendão contra proeminências ósseas são as causas das tendinopatias. Além disto, pacientes que apresentam algumas anormalidades biomecânicas como o “valgo dinâmico” podem potencializar a sobrecarga nestes tendões e acelerar o aparecimento das tendinites ou tendinopatias. Sintomas A dor normalmente ocorre perto da articulação, que aumenta com os movimentos e costuma piorar à noite. A espessura do tendão pode se apresentar aumentada. Estas alterações podem acometer principalmente corredores de longa distância e aqueles que fazem muitas provas de intensidade alta, por exemplo, que incluem subidas. Entretanto, muitos pacientes sedentários com sobrepeso ou com disfunções biomecânicas podem apresentar este mesmo quadro clínico. Diagnóstico e exames O diagnóstico é feito por meio de um exame físico em que busca sinais de dor, sensibilidade e perda de função. O paciente poderá fazer um exame de ressonância nuclear magnética (RNM) ou ultra-som (USG) do quadril para que seja realizada avaliação do nível de comprometimento do tendão e indicar o melhor tratamento. Tratamento O tratamento das tendinopatias pode ser dividido em dois tempos: A etapa 1 de alívio da dor, inflamação e edema, utilizando-se de técnicas de Eletrotermofoterapia com laser, ultra-som e terapia combinada, além de liberação miofascial e terapia manual. A etapa 2 visa a correção das prováveis disfunções biomecânicas por meio de exercícios de fortalecimento, flexibilidade, mobilização articular e treinamento sensório-motor. O tratamento conservador apresenta ótimos resultados, podendo resolver completamente o caso em algumas semanas.

Labrum acetabular - quadril

Labrum Labrum - quadril O que é? O labrum acetabular é uma estrutura fibrocartilaginosa que reveste o acetábulo, ou seja, reveste a parte interna do quadril onde o fêmur se encaixa. Ele tem a finalidade de manter a pressão intra-articular e auxiliar na estabilidade e distribuição do líquido sinovial. Quando há uma lesão do labrum provocada por traumatismos agudos ou repetitivos, ocorre um extravasamento de líquido (derrame articular) com inflamação e liberação de substâncias químicas que irão causar danos à cartilagem articular e consequentemente dor. Causa As rupturas labrais ocorrem principalmente devido ao impacto femoroacetabular, normalmente provocado por traumas repetitivos, frouxidão capsular, hipermobilidade, displasia do quadril e degeneração articular. Sintomas Dor na articulação do quadril, região inguinal (virilha) e na face interna da coxa, que pode irradiar até os joelhos. É importante ressaltar que muitas vezes a dor pode ser confundida com lesões musculares, tendíneas, hérnias inguinais ou até mesmo de púbis. Diagnóstico e exames Juntamente com o exame físico por meio de testes irritativos do labrum, o diagnóstico pode ser feito por raio-X e ressonância nuclear magnética (RNM). As radiografias podem mostrar presença de impacto femoroacetabular e a RNM confirmar a lesão de labrum. Tratamento O tratamento pode ser conservador e consiste basicamente em Fisioterapia. As sessões devem ser iniciadas nesta fase, visando o alívio da dor e inflamação com recursos de Eletrotermofoterapia, diminuição de espasmo muscular protetor com terapia manual, correção biomecânica com fortalecimento muscular e treino sensório-motor. As atividades físicas devem ser diminuídas e os movimentos que causam dor deverão ser evitados. Casos que não são responsivos ao tratamento conservador podem se beneficiar de uma cirurgia artroscópica, seguido de protocolo pós-operatório de 3 a 4 meses de Fisioterapia.

Impacto Femoroacetabular (IFA)

Impacto Femoroacetabular (IFA) O que é? É uma condição em que os ossos da pelve (acetábulo) e do fêmur (colo femoral) adquirem uma alteração de formato, podendo até resultar em uma deformidade. Essa alteração provoca um encaixe imperfeito dos ossos, podendo causar danos na articulação. Existem dois tipos de impacto: CAM, em que há um aumento da junção entre o colo e a cabeça femoral e PINCER, em que há aumento do rebordo acetabular. Muitos pacientes podem também apresentar ambos os tipos de impacto. Causa O IFA acontece devido a uma alteração de formato dos ossos do quadril que podem ser adquiridos quando há instabilidade desta articulação ou por má-formação durante a infância. Alterações na placa de crescimento do quadril em desenvolvimento e alterações biomecânicas nos membros inferiores são consideradas umas das possíveis causas. Sintomas Os pacientes apresentam dor inguinal (virilha), sendo associada a dor muscular e/ou tendínea, estando em muitos casos associado a episódios de travamentos da articulação, principalmente quando há uma lesão do labrum acetabular. Uma dor aguda pode ocorrer quando a pessoa faz o movimento de girar o quadril ou agachar, mas, na maioria das vezes, a dor é apenas relacionada a um leve desconforto. Diagnóstico e exames Além dos testes irritativos que simulam o mecanismo de lesão, os exames de imagem como raio-X em diferentes posições para se observar anormalidades e sinais de artrose, tomografia computadorizada (TC) para observação mais detalhada das estruturas osteo-articulares e a ressonância nuclear magnética (RNM) para lesão de tecidos moles devem ser empregados para um diagnóstico mais preciso. Tratamento A grande discussão é se o melhor tratamento é o conservador ou cirúrgico. No tratamento conservador, a Fisioterapia desempenha um papel fundamental por meio de exercícios para correção biomecânica, tentando “afastar” o colo femoral do PINCER. Estes exercícios de fortalecimento muscular, equilíbrio e propriocepção podem ser associados a recursos de Eletrotermofototerapia para diminuição da dor e inflamação. Entretanto, quando o paciente não responde bem ao tratamento conservador, ainda há a opção cirúrgica através de artroscopia do quadril para correção da deformidade óssea e lesão do labrum. Vale lembrar que os pacientes também necessitarão de Fisioterapia pós-operatória por 3 ou 4 meses.

Os riscos do sedentarismo e suas consequências para o desenvolvimento de lesões na coluna vertebral

Os riscos do sedentarismo e suas consequências para o desenvolvimento de lesões na coluna vertebral Fisioterapeuta explica sobre a necessidade dos exercícios físicos diários e destaca existirem alternativas não cirúrgicas para se livrar das dores O sedentarismo é um dos principais problemas do mundo moderno e a rotina nas grandes cidades brasileiras tem tornado a vida cada vez mais estressante. O trânsito caótico não permite, por exemplo, que atividades como o ciclismo sejam praticadas com segurança e prazer, afastando a possibilidade de se melhorar a questão da mobilidade urbana e, paralelamente, contribuir com os aspectos de saúde pública. Não praticar exercícios físicos pode provocar sérios danos corporais e a falta de hábitos saudáveis levam milhares de pessoas diariamente aos hospitais, clínicas e consultórios médicos. Segundo o fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna), proprietário do ITC Vertebral Ribeirão e do ITC Vertebral Curitiba e perito judicial do trabalho, o sedentarismo causa o enfraquecimento da musculatura. “Em especial a musculatura profunda de coluna vertebral, que é a responsável por evitar o desenvolvimento de hérnias de disco, de desvios posturais, de dores musculares e de desgaste precoce”, explica. De acordo com Martins, as pessoas cometem um perigoso equívoco ao recorrerem à automedicação. “Quando as dores aparecem, o indivíduo ingere qualquer medicamento, sem consultar um especialista. O incomodo some e tende a reaparecer depois em crises mais fortes”, destaca. Para Giuliano Martins a tecnologia nos tratamentos não cirúrgicos surge como uma importante alternativa. “O nosso atendimento direcionado contempla o paciente com análises ortopédicas e neurológicas para a real identificação da lesão, além de possuirmos as técnicas de Terapia Manual, de mesas de Flexo-descompressão e de Tração Eletrônica em conjunto com a Técnica de Estabilização Vertebral”, afirma. No entanto, o fisioterapeuta ressalta que a prevenção ainda é o melhor remédio e recomenda a prática de atividades físicas, como a musculação, a natação e o pilates. “Também devemos estar atentos à postura seja em casa, no carro ou no trabalho”, finaliza. Confira mais orientações em www.itcvertebralribeirao.com.br/media/upload/cartilha.pdf

Saúde para os joelhos

VIDA LONGA AOS JOELHOS: SAIBA O QUE FAZER PARA PREVENIR AS LESÕES Por Dr. Thiago Fukuda em 22 de abril de 2014 em Artigos | 2033 Views | Leave a response O joelho é uma das maiores articulações do nosso corpo e também o responsável pelos seus movimentos. Um joelho saudável permite que o indivíduo consiga realizar suas tarefas diárias, correr, caminhar, dirigir ou praticar esportes. No entanto, se o joelho sofre alguma lesão, todos os movimentos podem ficar comprometidos e para recuperá-los pode haver a necessidade de sessões de fisioterapia. As lesões nos joelhos pode acometer homens e mulheres, o que muda é o tipo de lesão. Os homens, por exemplo, sofrem mais de lesões meniscais devido aos movimentos bruscos feitos em esportes como futebol. Já as mulheres tendem a desenvolver a síndrome femoropatelar e condromalácia – a mecânica óssea do esqueleto feminino e a força dos músculos contribuem para a lesão. Além disso, doenças reumáticas, como osteoartrite, artrite reumatoide podem causar limitações no joelho. Ainda podem ocorrer lesões isoladas ou combinadas. As mais comuns são a lesão cruzado anterior (LCA), que afeta o ligamento responsável pela estabilidade do joelho anteriormente, impedindo o movimento para frente, além claro da do menisco medial (LMM). Saúde para os joelhos Para evitar que os joelhos fiquem sobrecarregados com o nosso peso, é necessário tomar algumas medidas. Fazer uma avaliação clínica antes de iniciar qualquer atividade física é muito importante para o especialista avaliar a saúde dos seus joelhos. Além disso, é preciso manter um estilo de vida saudável e ativo. Siga essas recomendações e livre-se das lesões: - Faça exercícios de fortalecimento muscular e não apenas atividade aeróbica; -Faça aquecimento leve com esteira ou bicicleta ergométrica antes de fazer qualquer atividade física; - Pratique suas atividades em locais adequados, evitando os extremos de temperatura e umidade; - Mantenha sempre a hidratação e boa alimentação, evitando desgaste desnecessário do corpo e consequente lesão; - Respeite seu corpo, não realize atividades além de sua capacidade (overtranning); - Durma bem, uma boa noite de sono é fundamental para a recuperação do corpo; - Na hora de escolher um esporte leve em consideração o local, tipo de piso, condição climática, sua constituição corporal e formato do pé (para escolha do melhor calçado); - Siga corretamente o cronograma proposto pelo médico em conjunto com o fisioterapeuta. Fonte - Prof. Dr. Thiago Fukuda, fisioterapeuta da Santa Casa de São Paulo, especialista no grupo joelho, quadril e esporte

O conceito do Cortex, um periférico de plástico que substitui o gesso tradicional

Se você já teve "a sorte" de quebrar um braço ou perna, com certeza deve ter passado pela experiência de ter o membro engessado por alguns dias ou semanas para que tudo voltasse ao normal. Há quem goste de colocar o gesso para deixar outras pessoas rabiscarem, mas muita gente acha a sensação bastante incômoda. Mas e se em vez de gesso você usasse um acessório feito a partir de uma impressora 3D? Esse é o conceito do Cortex, um periférico de plástico que substitui o gesso tradicional por uma cobertura braçal toda vazada que, além de ser mais leve e livre de odores, dispensa todo aquele processo de engessar o braço e ainda permite que o usuário fique com o membro reto, sem precisar dobrá-lo. O projeto foi anunciado em junho do ano passado por Jake Evill, estudante da Victoria University of Wellington, na Nova Zelândia. O molde é impresso em terceira dimensão a partir de um raio X do osso quebrado do paciente. O Cortex ainda não tem previsão para chegar ao mercado porque ainda está em fase conceito. No entanto, um novo protótipo baseado na mesma ideia promete dispensar de vez o uso do gesso e de quebra agilizar o processo de cura do osso danificado. Trata-se do Osteoid, um exoesqueleto semelhante ao Cortex e equipado com um dispositivo de ultra-som que acelera a cicatrização. As informações são do site The Verge. Desenvolvido pelo estudante turco Deniz Karasahin, o Osteoid foi o projeto vencedor do Prêmio A'Design 2014, competição voltada para novas ideias na área da impressão 3D. Karasahin e sua equipe contam que o acessório é feito sob medida para cada usuário, é resistente a água e pode ser projetado em várias cores diferentes. "O objetivo é melhorar a experiência de todos quando o assunto é curar membros quebrados ou fraturados, concentrando-se no conforto do paciente e no tempo necessário para o corpo curar-se", dizem. Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/saude/Adeus-gesso-Estudante-cria-acessorio-que-acelera-cura-de-ossos-quebrados/#ixzz2zlRRBw48 O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção.

A IMPORTÂNCIA DOS ÓCULOS PARA A POSTURA E PREVENÇÃO DE LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL

Problema de visão pode lhe dar dor nas costas. Entenda aqui essa relação. A IMPORTÂNCIA DOS ÓCULOS PARA A POSTURA E PREVENÇÃO DE LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL problema-de-visao-postura A visão é o sentido que nos fornece informações sobre a posição do corpo e seus segmentos em relação ao ambiente. Considerada a via de informação sensorial de maior importância para a postura, por informar a posição da cabeça e do corpo, oferecendo desta maneira uma referência da verticalidade. O controle postural O controle postural tem como objetivo alinhar ativamente a cabeça e o tronco em relação à linha de gravidade. Para isso, é levado em consideração o ambiente visual, as informações internas e externas. As condições do corpo, como a sensibilidade a determinadas alterações no ambiente, a boa saúde de músculos, ossos e articulações, bem como a percepção corporal são fundamentais para a manutenção de uma postura. A visão e postura Para visualizar um determinado objeto a retina recebe informações visuais através de células fotossensíveis capazes de reconhecer cores e movimentos e transformar as impressões causadas pela luz em impulsos eletroquímicos. Adequações conforme distância, claridade e nitidez, podem exigir não somente movimentos oculares, como também a inclinação da cabeça e tronco. Tal movimento, se não coordenado com o sistema vestibular, pode até mesmo levar a um desequilíbrio e possíveis quedas. Deficiência visual e lesões da coluna vertebral A partir do momento que o sistema visual apresenta algum tipo de deficiência, seja por alterações na retina, córnea, cristalino ou musculatura dos olhos, as demais estruturas corporais se adaptam para manter uma visualização adequada de objetos e meio ambiente. O organismo procura manter a horizontalidade do olhar, para tanto, busca adaptações para beneficiar uma visualização eficaz. Como adaptação, a cabeça pode ser projetada para frente, com consequente aumento da lordose cervical, cifose torácica e lordose lombar. Não bastando tais alterações na coluna vertebral, os membros e demais articulações estão sujeitos a compensações após o prolongamento dessas adaptações. Devido esse fato, inúmeras lesões podem ser geradas, principalmente as hérnias cervicais, devido a compressão aumentada nos discos dessa região. O uso de óculos A fim de corrigir as insuficiências visuais, usamos óculos capazes de compensar as deformações oculares. As lentes dos óculos auxiliam os olhos a focalizar a imagem sobre a retina e auxiliam a melhor visualização, com clareza e precisão. Dessa forma, compensações não são mais necessárias. O olhar se mantendo horizontal e o campo visual limpo e claro mantém a visão em equilíbrio com o corpo e ambiente, que deve também ser adaptado para minimizar o efeito das compensações corporais. Lembrando que as armações dos óculos devem também ser cuidadosamente ajustadas. Uma armação torta pode provocar inúmeros danos de postura e dores no pescoço ou nos ombros, os quais muitas vezes a pessoa não atribui o problema aos óculos. A visão e o indivíduo Por isso, ver não é uma função independente, ela está profundamente integrada ao desenvolvimento do indivíduo, compreendendo sua postura, coordenação e personalidade. Claramente os distúrbios ou a ausência da visão influenciam na postura, sendo que, sem as informações do ambiente, o indivíduo apresenta dificuldade de se ajustar, sofrendo alterações na cabeça, coluna vertebral e membros.

O termo "ATM" é a abreviação para Articulação Temporomandibular, responsável principalmente pelo movimento de abrir e fechar da boca.

O termo "ATM" é a abreviação para Articulação Temporomandibular, responsável principalmente pelo movimento de abrir e fechar da boca. Há duas ATM, uma na frente de cada ouvido. Sem elas nós teríamos sérias dificuldades para falar, comer, bocejar, beijar ou sugar. As articulações temporomandibulares com frequência apresentam defeitos em seu funcionamento normal, gerando a condição conhecida como disfunção temporomandibular. Alguns dos sintomas mais comuns: - dores de cabeça (frequentemente parecidas com enxaquecas), dores de ouvido, dor e pressão atrás dos olhos; - "clique" ou sensação de desencaixe ao abrir ou fechar a boca; - dor ao bocejar, ao abrir muito a boca ou ao mastigar; - mandíbulas que "ficam presas", travam ou saem do lugar; - flacidez dos músculos da mandíbula; - brusca mudança no modo em que os dentes superiores e inferiores se encaixam. Tal situação é vista pela odontologia, fisioterapia e fonoaudiologia. Você apresenta essa disfunção? Conhece alguém com esses sintomas?

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Exames de Imagem para Dores Lombares - realizar ou não?

Realizar ou não os exames de imagem? Será que realizar um exame de imagem (ex: Ressonância Magnética, Tomografia) quando alguém tem dor lombar é realmente importante? Ou seja, sua coluna ou travou, ou você sente dores a algum tempo, ou se esforçou recentemente e passou a doer, ou alguma outra origem similar, você precisa realizar um exame de imagem para saber o que tem? Uma vez que, através do exame clínico tenham sido descartadas condições de ameaça à vida ou doenças sistêmicas (como câncer, doenças em órgãos internos e outras) a utilização da imagem não parece necessária. “Mas como isso?”, alguém pode perguntar. “Como realizar o tratamento sem saber se tenho uma hérnia ou protrusão do disco, ou alguma outra coisa nas costas?” Pois bem, fato é que parece não haver a necessidade disso. MODIC et al (2005) e ASH ET al (2008) observaram, em indivíduos com dor lombar aguda ou radiculopatia, que o conhecimento dos resultados da Ressonância não altera o resultado do tratamento conservador e faz com que os indivíduos tenham uma sensação de bem estar inferior. CHOU ET al (2009) numa revisão sistemática, concluem que a realização de exames de imagem para dores lombares em pessoas sem condições graves não interfere com a melhoria dos sintomas, e que nesses indivíduos deve-se evitar sua requisição rotineira ou imediata nas situações de dor aguda ou subaguda. ANDERSEN (2011) realizaram uma revisão da literatura sobre a relação entre exames de imagem e o tratamento subseqüente, concluindo que além de não promover melhorias no tratamento subsequente, a não realização do exame de imagem não prejudica a identificação de condições ou patologias mais sérias além de proteger o paciente contra a radiação (radiografias ou tomografias computadorizadas) e trazer economia de custos. Ou seja, a não realização do exame não apenas não é necessária, como não é recomendada. http://www.optimafisioterapia.com.br/artigos/9-blog/103-exame-de-imagem-para-dores-lombares-realizar-ou-nao