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Araraquara, São Paulo, Brazil
Graduado em Fisioterapia pela Universidade Paulista. Pós Graduação em Fisioterapia Ortopédica e Desportiva pela Universidade Cidade de São Paulo. Coordenador do Grupo de Estudos em Postura de Araraquara. –GEP Membro da Associação Nacional de Fisioterapia em Quiropraxia- ANAFIQ/ Membro da Associação Brasileira de Fisioterapia Manipulativa- ABRAFIM/ Membro da Associação Brasileira de Pesquisa em Podoposturologia –ABPQ PODO/ Formação em RPG, SGA, Estabilização Segmentar Lombar e Cervical, Pilates, Podoposturologia (Palmilhas para correção de postura), Quiropraxia, Treinamento e Reabilitação Funcional, Kinesyo Tape , Wii Reabilitação; Acupuntura Dry Needling,Mobilização Neurodinâmica, Técnica de Flexão-Distração para Hérnias Lombares e Cervicais. Formação no Método Glide de Terapia Manual. Atualização nas Disfunções de Ombro, Quadril , Joelho e Coluna ( HÉRNIAS DISCAIS LOMBARES E CERVICAIS). ÁREA DE ATUAÇÃO: Diagnóstico cinético-funcional e reabilitação das disfunções musculoesqueléticas decorrentes das desordens da coluna vertebral. AGENDAMENTO DE CONSULTAS PELO TELEFONE 16 3472-2592

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

As três síndromes de McKenzie

As três síndromes de McKenzie Síndrome Postural De acordo com McKenzie, os pacientes portadores da síndrome postural, em geral, têm menos de 30 anos de idade e, por definição, não apresentam barreiras restritivas. Esses pacientes desenvolvem sintomas locais e, em geral, adjacentes à coluna vertebral. A dor é provocada por deformação mecânica do tecido sadio normal, quando os segmentos vertebrais são submetidos a uma carga estática durante períodos prolongados. A dor resultante desaparece, quando a estrutura submetida à carga é liberada de qualquer tensão. A dor da síndrome postural não é induzida pelo movimento e nunca se irradia para um local distante. Por não existir qualquer inflamação associada, elas jamais é constante. O exame desses pacientes não consegue revelar um comprometimento, pois não existe patologia tecidual subjacente. O único achado consistente é o desencadeamento da dor com uma sobrecarga estática na amplitude final. Simplesmente a dor postural se manifesta gradativamente quando os tecidos normais são submetidos a um estiramento excessivo. A intervenção mais útil consiste em corrigir o alinhamento defeituoso sempre que este for encontrado (i. e., na posição sentada, ereta, deitada, ao caminhar etc.). Isso pode envolver também uma avaliação ergonômica dos móveis, colchões, travesseiros etc., assim como uma análise das condições de trabalho do paciente. A complicação em longo prazo da síndrome postural é que ela pode levar a alterações patológicas dos tecidos moles, o que resulta em comprometimento. Entretanto, é provável que isso não ocorra a partir de uma orientação apropriada acerca da postura correta, da intervenção ergonômica e da mecânica corporal apropriada. Síndrome da Disfunção Um problema postural não corrigido causará alterações patológicas com o tempo. Por exemplo, um operador de computador com 35 anos de idade que passa 8 horas por dia em uma posição com a cabeça deslocada para a frente acabará desenvolvendo um encurtamento adaptativo dos músculos extensores occipitais. Da mesma forma, um motorista de caminhão com 40 anos de idade que passa 10 horas por dia em uma posição sentada e encurvada acabará descobrindo uma incapacidade de adotar uma lordose lombar normal na posição ereta, em virtude do encurtamento adaptativo dos flexores do tronco. De acordo com o Modelo de Limitações Funcionais de Nagi, essas alterações adaptativas no tecido conjuntivo (i. e., aderências, diminuição de ácido hialurônico etc.) representam eventos fisiopatológicos que levam a uma alteração tecidual macroscópica, como mobilidade articular diminuída, fraqueza muscular e alinhamento defeituoso que está frequentemente associado a um desequilíbrio no sistema músculo-esquelético. Se o paciente não corrige seu comprometimento com intervenções apropriadas, poderá desenvolver limitações funcionais e incapacidade, que podem afetar negativamente o desempenho no trabalho, em casa etc. Uma característica diferencial do paciente com a síndrome da disfunção inclui os sintomas dolorosos que tendem a se manifestar mais ao final da amplitude do que durante o movimento. Esse paciente queixa-se de dor intermitente semelhante àquela do paciente com síndrome postural, porém a diferença está no fato de seus tecidos moles estarem anormalmente retraídos. Os sintomas, em geral, são adjacentes à coluna vertebral e nunca se irradiam distalmente, exceto no caso de uma raiz nervosa pinçada. Pode-se dizer simplesmente que a dor da síndrome da disfunção é produzida imediatamente, quando os tecidos encurtados são alongados. À semelhança da síndrome postural, a síndrome da disfunção também apresenta uma complicação em longo prazo. Se não for tratada com uma intervenção apropriada (i. e., manipulação terapêutica), pode causar uma patologia mais destrutiva e resultar na última das três síndromes de McKenzie, ou seja, a síndrome do desarranjo. Entretanto, em alguns casos um evento traumático, na ausência da disfunção preexistente, é suficiente para causar desarranjo do disco intervertebral. Síndrome do Desarranjo As características dessa síndrome podem incluir sinais e sintomas neurológicos, dor durante o movimento, deformidade aguda (p. ex., torcicolo, cifose lombar, fenômenos de desvio lateral), além de dor intensa e incapacitante. Os pacientes com a síndrome do desarranjo (derangement) relatam frequentemente uma história de má postura e rigidez progressiva. Acredita-se que a falta de nutrição induzida pelo movimento, em combinação com as cargas aplicadas fora do centro e que agem sobre o disco intervertebral, causa o deslocamento do material discai. É mais provável que os jovens tenham um deslocamento nuclear, enquanto aqueles com mais de 50 anos de idade desenvolvam lesões anulares. Com o início da doença discal degenerativa, os pacientes podem desenvolver instabilidade segmentar, que exige o treinamento de estabilização do(s) segmento(s) hipermóvel(eis) associado à terapia manual para os segmentos rígidos e hipomóveis acima e/ou abaixo. Os pacientes com a síndrome do desarranjo (que ocorre principalmente nas colunas cervical e lombar) descrevem com frequência que seu pescoço e/ou costas estão "fora". É imperativo que esses pacientes sejam diagnosticados corretamente, pois do contrário serão privados da intervenção correta. O disco lesionado exige uma abordagem bastante diferente daquela da síndrome da disfunção e não responderá a menos que seja corretamente tratado. Os objetivos da intervenção são: 1. O desarranjo deve ser devidamente reduzido. 2. A redução deve ser estabilizada. 3. Depois que o desarranjo se torna estável, a função perdida deve ser recuperada. 4. Deve ser enfatizada a prevenção de recidiva do desarranjo. A classificação da deficiência vertebral em uma das três síndromes de McKenzie (Quadro abaixo) constitui apenas o início do estabelecimento de uma intervenção correta. Existem outras subclassificações das síndromes tanto da disfunção quanto do desarranjo. Essas são feitas durante o processo de avaliação e são necessárias para estabelecer o diagnóstico correto. A teoria responsável pela abordagem de McKenzie pode e deve ser apresentada em toda e qualquer referência sobre terapia manual vertebral, porém somente após frequentar um curso intensivo sobre as teorias de McKenzie que o terapeuta terá uma compreensão real sobre essa abordagem ímpar baseada em problemas para os pacientes com patologias vertebrais. Síndrome Postural 1 - Tecidos sadios e normais; 2 - A dor é induzida por uma carga estática ao final da amplitude do movimento e não pelo movimento; 3 - A dor nunca se irradia nem é constante. Síndrome da Disfunção 1 - Os tecidos moles encurtados apresentam uma elasticidade reduzida; 2 - A dor ocorre ao final da amplitude de movimento, quando as estruturas encurtadas são colocadas sob tensão; 3 - A dor nunca é percebida durante o movimento nem é irradiada. Síndrome do Desarranjo 1 - O alinhamento inadequado do material do disco intervertebral (anel ou núcleo) causa bloqueio; 2 - Os sintomas são agravados ou minorados por movimentos específicos, podem irradiar-se distalmente e tendem a ser constantes e frequentemente intensos; 3 - O paciente pode apresentar uma deformidade vertebral aguda (p. ex.. cifose, torcicolo ou desvio lateral), que cede rapidamente com frequência através de terapia manual e exercício terapêutico. Referências MAKOFSKY, H. W. Coluna Vertebral: Terapia Manual. 1a edição, editora LAB, 2005

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Pense antes de operar

Pense antes de operar Apenas de 1% a 5% das pessoas que sofrem de dores na região lombar da coluna são diagnosticadas com hérnia discal. A maior parte dessas pessoas não tem hérnia de disco, mas sim discartrose ou o famoso bico de papagaio, ou seja, a falência estrutural ou funcional dos discos intervertebrais. Essas pessoas não precisam de maneira nenhuma fazer cirurgia. O diagnóstico da hérnia de disco está sendo feito de maneira exagerada devido ao advento da ressonância magnética e a sua indicação cirúrgica muito recorrente e desnecessária. Isso porque, frequentemente, é dito aos pacientes que ao adiarem a cirurgia, eles correrão o risco de sofrer danos permanentes nos nervos e, possivelmente, o enfraquecimento dos membros inferiores ou a perda do controle sobre intestinos ou bexiga. Um estudo observacional chamado de Spine Patient Outcomes Research Trial (SPORT) foi realizado na Faculdade de Medicina de Dartmouth, na cidade de Hanover, nos Estados Unidos. A pesquisa analisou 13 clínicas, em 11 Estados americanos, afim de verificar o que acontece com essa pequena parcela de sofredores de dores na coluna vertebral que tem, de fato, hérnia de disco, mas que não querem operar imediatamente e preferem optar por um tratamento de reestruturação da coluna vertebral que não seja invasivo. Todos os 2.000 participantes desse estudo sofriam dores resultantes de hérnias de disco e dores ciáticas nas pernas e não de bico de papagaio. O grupo A, os que não fizeram a cirurgia, receberam fisioterapia, aconselhamento e drogas anti-inflamatórias. O grupo B optou pela cirurgia feita de maneira tradicional por um médico ortopedista. O estudo constatou que a cirurgia aparenta promover o alívio da dor em um prazo mais curto, porém, a maioria dos pacientes acaba se recuperando de qualquer maneira com o tempo. Ao final, nem a espera nem a cirurgia saíram vencendo claramente. A conclusão foi que a maioria dos pacientes pode decidir com calma e segurança o que deve fazer, baseada em suas preferências pessoais e seu nível de dor. Embora muitos pacientes não tivessem mantido o tratamento designado, a maioria se saiu bem em ambos os comportamentos. Em muitos casos, os pacientes submetidos à cirurgia relataram alívio imediato à dor. Ao mesmo tempo em que, após um período de três a seis meses, os pacientes dos dois grupos relataram melhoras significativas. Dois anos depois, o estudo constatou que cerca de 70% dos pesquisados disseram ter sentido “uma melhora importante” de seus sintomas. Nenhum dos pacientes que esperou sofreu consequências sérias e teve resultados desastrosos. Muitos cirurgiões temiam que a espera pudesse acarretar danos importantes, mas o estudo comprovou que esses temores eram infundados. Houve um considerável número de mudanças de opção nos dois sentidos: pacientes que escolheram primeiramente pela cirurgia e decidiram esperar e vice-versa. O mais importante é que esse estudo comprovou que não há urgência em operar a hérnia de disco lombar quando ela realmente existe. Em grande parte dos pacientes, ela desaparece com tratamentos clínicos e, em muitos casos de cirurgia da hérnia, a dor é reincidente depois de 2 a 3 anos.

03 DE AGOSTO PARABÉNS AOS FISIOTERAPEUTAS ESPECIALISTAS EM QUIROPRAXIA, OSTEOPATIA E TERAPIA INTENSIVA

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Como esta sua conexão??????

Você sabia que passamos 6 anos sentados ao longo de 35 anos de carreira

Uma pesquisa realizada com 8.000 mil trabalhadores de grandes empresas que trabalham em média 6 horas por dia sentados ao final de 35 anos terá passado mais de 6 anos de suas vidas sentados. Os discos vertebrais são amortecedores que se localizam entre cada uma das vértebras. Na figura ilustramos a pressão que cada postura exerce sobre eles. Com o tempo, a permanência da postura sentada provoca um aumento da pressão nos discos, acelerando o processo de desidratação e conseqüentemente tornam-se mais finos. O resultado é que as vértebras se atritam além da conta, produzindo um desgaste que se refletirá nos músculos que envolvem a coluna, obrigados a compensar o déficit de sustentação. Esse processo todo causa o aparecimento de patologias que geram dor e tensão nas costas. Para mudar este quadro procure ter hábitos saudáveis, a cada hora levante e anda um pouco caso não seja possível se alongue se estique no seu posto de trabalho isso num futuro próximo fará toda a diferença. Se você já apresenta dores nas costas ligue 16 3472-2592 e mude está situação. Www.fisiolucasmendes.com.br @fisiolucasmendes ]

terça-feira, 23 de junho de 2015

TRATAMENTO PARA HÉRNIA DE DISCO EM ARARAQUARA

Anos tratando de hérnia de Disco ? Tratamentos baseados em evidência científica comprovam que a efetividade se faz em poucos meses. ●O profissional lhe proibiu de fazer atividades físicas? Artigos científicos e Tratamentos inovadores comprovam o contrário ! Ligue (16)3472-2592 e agende sua consulta. Um bom início de semana Www.fisiolucasmendes.com.br

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Estudo aponta que 20% dos praticantes de CrossFit sofrem lesões

Estudo aponta que 20% dos praticantes de CrossFit sofrem lesões Por Elioenai Paes - iG São Paulo | 23/05/2015 Em esporte que queima até 1500 calorias, lesões acontecem quando a pessoa treina sem acompanhamento adequado; ombros, coluna e joelhos são as áreas mais afetadas A prática do CrossFit é uma verdadeira febre atualmente. O esporte intenso que mistura muitas modalidades, no entanto, pode causar lesões naqueles alunos mais indisciplinados que não se atentam às orientações do educador físico ou que resolvem praticar a modalidade sem a supervisão de um profissional. Um estudo americano, publicado na revista científica "The Orthopaedic Journal of Sports Medicine', aponta que cerca de 20% das pessoas que praticam o CrossFit acabam lesionadas. Segundo o educador físico Henrique Zola, da CrossFit São Caetano, o acompanhamento de um especialista em educação física é essencial para a prática do esporte. “O profissional passa por treinamentos, cursos e seminários para se habilitar na prática, cobrados pela matriz, que é nos Estados Unidos”. Normalmente, o CrossFit é praticado indoor, mas, às vezes, pode ser feito do lado de fora também Reprodução/CrossFit São Caetano Normalmente, o CrossFit é praticado indoor, mas, às vezes, pode ser feito do lado de fora também Segundo o neurocirurgião Adriano Scaff, secretário da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor, as principais lesões acontecem no ombro, na coluna e nos joelhos. “A prática exige que se alavanque os pesos para cima, em movimentos chamados de lifting. Esse esforço no ombro acarreta um estresse nas articulações e um impacto maior do que a musculação”, explica o médico. “Se feito de maneira incorreta, pode causar uma lesão. E esse tipo de lesão gera dor: tendinites, lesões articulares e musculares, principalmente”, conta. >> MAIS: 7 mitos e verdades sobre o treino na academia Treinar dá mais fome: verdade. O gasto de energia proporciona a sensação de estômago vazio. Foto: iG ArteO organismo não queima gordura em menos de 30 minutos de treino: parcialmente verdade. Isso só acontece quando a pessoa é iniciante. Conforme ela vai evoluindo no treino, isso não acontece mais. Foto: Thinkstock/Getty ImagesMúsculos viram gordura quando se para de treinar: mito. O que acontece é que o consumo calórico quando se treina é maior. Com a parada, músculos vão sumindo e as calorias ingeridas se transformam em gordura. Foto: ThinkstockSuplementação é mais importante que alimentação: mito. Suplementação só é necessária quando não se consegue repor a energia perdida por meio da alimentação. Foto: Getty ImagesO horário do treino interfere na performance: parcialmente verdade. É preciso prestar atenção no relógio biológico. Alguns se sentirão mais dispostos pela manhã, outros à noite. Foto: Thinkstock PhotosPouco peso e muita repetição ajuda a emagrecer, e o contrário faz ganhar peso: mito. A musculação ajuda a acelerar o metabolismo, não importa como for. Foto: Thinkstock PhotosÉ preciso comer carboidratos antes do treino e proteínas depois: verdade, pois o organismo precisa de energia para a musculação. Depois, precisa de proteínas para reconstruir os músculos. Foto: Thinkstock Photos Treinar dá mais fome: verdade. O gasto de energia proporciona a sensação de estômago vazio. Foto: iG ArteO organismo não queima gordura em menos de 30 minutos de treino: parcialmente verdade. Isso só acontece quando a pessoa é iniciante. Conforme ela vai evoluindo no treino, isso não acontece mais. Foto: Thinkstock/Getty ImagesMúsculos viram gordura quando se para de treinar: mito. O que acontece é que o consumo calórico quando se treina é maior. Com a parada, músculos vão sumindo e as calorias ingeridas se transformam em gordura. Foto: ThinkstockSuplementação é mais importante que alimentação: mito. Suplementação só é necessária quando não se consegue repor a energia perdida por meio da alimentação. Foto: Getty ImagesO horário do treino interfere na performance: parcialmente verdade. É preciso prestar atenção no relógio biológico. Alguns se sentirão mais dispostos pela manhã, outros à noite. Foto: Thinkstock PhotosPouco peso e muita repetição ajuda a emagrecer, e o contrário faz ganhar peso: mito. A musculação ajuda a acelerar o metabolismo, não importa como for. Foto: Thinkstock PhotosÉ preciso comer carboidratos antes do treino e proteínas depois: verdade, pois o organismo precisa de energia para a musculação. Depois, precisa de proteínas para reconstruir os músculos. Na coluna, os movimentos de pegar peso e torção são os que mais geram problemas. “Pode acontecer dores musculares na região da coluna, hérnias de disco e outros problemas. Em uma minoria, é necessário fazer cirurgia”, alerta o médico. Ele, no entanto, não desaconselha a prática do CrossFit, apenas recomenda que seja feita com acompanhamento de um profissional qualificado. O médico do esporte do Hospital Leforte, João Eduardo Almeida, explica que, pelo fato de o CrossFit ser uma atividade em grupo, motiva os participantes, mas ela pode causar mais lesões por causa da rapidez e da falta de atenção na postura. Para tratar as lesões, é necessário repouso, interrupção do esforço ou movimento repetitivo e da carga excessiva. O tratamento varia de acordo com cada machucado. “Além disso, o médico pode indicar gelo, tratamento com calor, analgésicos simples ou tópicos”, diz Almeida. Recuperada a lesão, a pessoa pode voltar a praticar o esporte, mas sempre com atenção e cuidado. Entenda a modalidade Popular nos Estados Unidos e pipocando pelo Brasil afora, o CrossFit é uma modalidade que envolve várias práticas esportivas. O treino dura uma hora e, dependendo da intensidade, pode queimar até 1500 calorias. No nível intermediário, no entanto, a quantidade calórica despendida gira em torno de 800 calorias, de acordo com o educador físico Henrique Zola. “É um exercício que mexe com quase todos os músculos do corpo humano, então a quantidade de calorias exigidas para isso é muito alta”, diz. O CrossFit, segundo Zola, privilegia o condicionamento físico em geral. “Trabalha a resistência muscular, hipertrofia, equilíbrio, coordenação motora, resistência aeróbica, anaeróbica, força e flexibilidade”, conta o professor. “Quanto mais experiente fica o praticante, maior a intensidade”. No entanto, ele alerta que há alguns pré-requisitos dentro da modalidade. “Enquanto o aluno não apresentar uma consistência técnica, não vou autorizá-lo a colocar peso em uma barra ou equipamento”, diz ele, se referindo ao conhecimento de como executar os exercícios. Fonte:http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/2015-05-23/crossfit-20-dos-praticantes-de-esporte-que-queima-ate-1500-calorias-sofrem-lesoes.html

segunda-feira, 25 de maio de 2015

AS FALSAS HÉRNIAS DE DISCO LOMBARES

Fisioterapeuta Ney Meziat AS FALSAS HÉRNIAS DE DISCO LOMBARES Por que se tornou tão comum ouvir alguém falando que tem hérnia de disco? Parece que a resposta vem do não esclarecimento na mídia e por parte dos profissionais de saúde de uma definição correta do que é hérnia de disco e de seu diagnóstico. A supervalorização das hérnias que aparecem nos exames de imagem como a ressonância magnética fica muito clara quando as pessoas dizem “a minha hérnia está se manifestando” sempre que uma dor lombar aparece. Ter uma crise de dor lombar incapacitante e ler o resultado “hérnia de disco” ou até mesmo ouvir da boca de um profissional de saúde que a causa da dor lombar é a hérnia que aparece no exame é como se fosse uma condenação para muitas pessoas. O medo de danificar mais ainda a coluna fica claro em situações do dia-a-dia que envolvem principalmente pegar peso, impacto e ficar em determinadas posturas. As limitações criadas por essas crenças incapacitantes vão desde as tarefas mais simples como dobrar o tronco para pegar algo no chão, até “não posso correr por causa do impacto na minha hérnia”. Mas será que essas pessoas tem razão de ter esse medo? Primeiro vale à pena ver a definição de hérnia de disco e, segundo a ciência, do que é o diagnóstico de hérnia de disco. Hérnia de disco é a ruptura do material fibrocartilaginoso (anel fibroso) que circunda o disco intervertebral. Essa ruptura envolve a liberação do material central do disco contendo a substância chamada núcleo pulposo, colocando pressão sobre um NERVO ESPINHAL e causando dor considerável e dano ao NERVO. (http://medical-dictionary.thefreedictionary.com/herniated+d…) De acordo com o artigo científico mais citado sobre o assunto (Deyo e col., Annals of Internal Medicine, 1990) o diagnóstico de hérnia de disco é utilizado em excesso, particularmente rotulando as pessoas que têm incapacidades funcionais severas associadas à dor lombar. O diagnóstico VERDADEIRO da maioria das hérnias de disco, segundo esse e vários outros estudos, deveria ser: DOR CIÁTICA (ABAIXO DO JOELHO) associada a SINAIS NEUROLÓGICOS (DORMÊNCIA E/OU PERDA DE FORÇA NOS MEMBROS INFERIORES) que leva a uma suspeita de hérnia de disco que deveria ser confirmada pela RESSONÂNCIA MAGNÉTICA apenas após 6 semanas, que é o período que boa parte das pessoas melhora naturalmente. Quando não há melhora importante durante esse período, uma investigação mais aprofundada passa a ter fundamento. Mesmo as hérnias de disco enormes, quando não há presença de INCONTINÊNCIA URINÁRIA OU FECAL, OU PERDA DE FORÇA IMPORTANTE NOS MEMBROS INFERIORES, têm bons resultados com o tratamento conservador (sem cirurgia). Infelizmente não é o que acontece na maioria dos casos. Basta ter uma dor lombar incapacitante com uma pequena dor referida para atrás da coxa para que seja levantada a hipótese de hérnia de disco. Muitas pessoas que até mesmo tiveram dores apenas na lombar têm orgulho das suas “falsas” hérnias de disco que apareceram nas ressonâncias magnéticas inadequadas e desnecessárias. Há até uma certa competição para dizer quem tem mais hérnias na coluna toda. E isso é fruto desse diagnóstico inadequado de hérnia de disco apenas no exame de imagem, sem sinais e sintomas que são inerentes ao problema. É importantíssimo entender que os estudos mostram que as pessoas que nunca tiveram dor lombar na vida têm, comumente, “falsas” hérnias de disco nos exames de imagem e que a realização de ressonância magnética precoce desnecessária é cientificamente considerada IATROGENIA (erro do profissional de saúde) e causa muitas vezes dano psicológico a boa parte dos pacientes que passam a proteger a coluna “danificada”. É por isso que eu digo para boa parte dos meus pacientes: “a sua coluna está melhor do que a minha. Tenho duas falsas hérnias de disco na coluna cervical que me causaram dano psicológico outrora, mas que hoje, são apenas alterações que muitos dos meus amigos que nunca tiveram dor no pescoço na vida também têm.” MAIS INFORMAÇÕES? CURTA A PÁGINA NO YOUTUBE FISIOTERAPEUTA NEY MEZIAT

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Estabilização Segmentar Vertebral

Por que estabilizar a coluna? Mais de 80% da população mundial teve ou terá a experiência de dor lombar alguma vez na vida. Aproximadamente 80% destas pessoas apresentam recorrência dentro de um ano após o primeiro episódio de dor lombar. Sabe-se também que esta dor pode desaparecer entre 4 - 6 semanas, porém, os músculos profundos (estabilizadores) permanecem em disfunção, inibidos. Cientificamente, nenhuma outra forma de tratamento demonstrou tamanha efetividade na disfunção lombo-pélvica. Cerca de 10 milhões de brasileiros ficam incapacitados por causa desta morbidade. Portanto, a ESV deve ser vista de forma preventiva, objetivando proteger a coluna e os demais segmentos para as atividades de vida diárias, evitando maiores sobrecargas e futuras lesões. Indicações: • Dor lombar aguda e crônica; • Hérnia de disco; • Dor e disfunções cervicais; • Cefaléia; • Dores irradiadas; • Reabilitação desportiva; • Incontinência Urinária e Fecal; • Artrose • Espondilolistese; • Espondilólise; • Instabilidade articular; • Melhora do tônus muscular; • Melhora da flexibilidade; • Melhora da consciência corporal.